Trazendo diferentes expressões artísticas para um diálogo aberto, o Grupo de Pesquisa do Movimento desenvolve espetáculos, laboratórios, espaços-improviso, performances, debates, palestras, sempre valorizando processos de criação artística e buscando uma linguagem própria e poética para a dança.
Criado em janeiro de 2004, por Paulo Guimarães, bailarino da Quasar Cia. de Dança (1998 a 2003), atualmente o Grupo reside no MEME - Centro Experimental do Movimento, em Porto Alegre – RS.
O 2º MIAU Mostra Independente do Audiovisual Universitário. de Goiânia, premiou com menção honrosa o curtametragem Maresia, de Christian Schneider e Natália Piva Chim (PUC-RS). O elenco conta com Patrícia Soso, Ana Julia Veiga e Paulo Guimarães, ator e coreógrafo, responsável pela coreografia do projeto e coordenador do MEME Centro Experimental do Movimento.
A Menção deu-se pela notável fotografia, que se reflete no sensível trabalho de construção da imagem; pela abordagem poética de um tema delicado e atual; por atingir alto nível técnico e de pesquisa, condizentes com a complexidade da violência afigurada no corpo da mulher (menção honrosa de ficção).
Maresia conta a história de Julia, que engravida após sofrer um estupro e se vê frente ao dilema de fazer ou não um aborto.
Direção: Christian Schneider e Natália Piva Chim Roteiro: Christian Schneider e Natália Piva Chim Produção: Diogo Santoro e Ruana Nunes Produção executiva: João Guilherme Barone Fotografia: Christian Schneider Edição: Bruna Abubakir Trilha sonora: Jean Presser Direção de arte: Bruna Abubakir, Claudia Garcia Gonzales, Elisa Graeff e Gabriela Benedet Elenco: Patrícia Soso, Paulo Guimarães e Ana Julia Veiga
O Dia Internacional da Dança vem sendo celebrado no dia 29 de abril, promovido pelo Conselho Internacional de Dança (CID), uma organização interna da UNESCO para todos tipos de dança. A comemoração foi introduzida em 1982 pelo Comitê Internacional da Dança da UNESCO. A data comemora o nascimento de Jean-Georges Noverre (1727-1810), o criador do balé moderno. Entre os objetivos do Dia da Dança estão o aumento da atenção pela importância da dança entre o público geral, assim como incentivar governos de todo o mundo para fornecerem um local próprio para dança em todos sistemas de educação, do ensino infantil ao superior. Enquanto a dança tem sido uma parte integral da cultura humana através de sua história, não é prioridade oficial no mundo. Em particular, o prof. Alkis Raftis, então presidente do Conselho Internacional de Dança, disse em seu discurso em 2003 que "em mais da metade dos 200 países no mundo, a dança não aparece em textos legais (para melhor ou para pior!). Não há fundos no orçamento do Estado alocados para o apoio a este tipo de arte. Não há educação da dança, seja privada ou pública". O foco do Dia da Dança está na educação infantil. O CID alerta os estabelecimentos que contatem o seu Ministério da Educação com as propostas para celebrar este dia em todas escolas, escrevendo redações sobre dança, desenhando imagens de dança, dançando em ruas, etc. Enfim, manifestando em crianças e consequentemente nos adultos, a vontade e importância da dança arte na vida do ser humano.
Há cerca de trinta anos, um nascente conjunto coreográfico de Minas Gerais, o Grupo Corpo, contando com músicas de Milton Nascimento e coreografia do argentino Oscar Araiz, criava um balé inesquecível, Maria, Maria. Tantos anos depois, sob a mesma perspectiva de abordar a história de uma mulher individualmente considerada, mas idealizada como uma espécie de metáfora da condição feminina e, portanto, coletiva, o coreógrafo Paulo Guimarães realiza Teresinhas, com música de Tiago Rinaldi. Ele a executa ao vivo, contando com algumas colagens de obras de Vinicius de Morais, que também comparece em gravação. O tema é inspirado na mãe do coreógrafo, Teresinha Jardim Machado. Ela, inclusive, que grava o texto memorialístico do espetáculo e na última noite se encontrava no teatro. Paulo Guimarães conseguiu realizar um trabalho extraordinário. Ao prosaísmo do texto memorialístico, em que Teresinha relembra o pai que a criou sozinho, em suas costas; e depois fala de seu casamento, aos 17 anos, e de suas filhas e de sua separação, opõe-se/completa a coreografia altamente erótica, tanto no sentido da sensualidade quanto no de vitalidade que se opõe à morte e à derrota. O resultado é um espetáculo verdadeiramente inesquecível, profundamente emocionante e que, não por um acaso, recebeu premiações e, sobretudo, a consagração do público. Eis um mistério do boca-a-boca. A sala Álvaro Moreyra, na última noite da temporada, estava absolutamente lotada e muita gente certamente ainda ficou na rua. A coreografia de Paulo Guimarães não é fácil. Ele desafia a bailarina num movimento que literalmente lhe tira o chão dos pés. A coreografia, aliás, está muito apoiada no chão, mas este chão serve apenas para que a figura se projete em movimentos que traduzem tensão expressa na oposição entre aquele prosaísmo da narrativa e a sensualidade do corpo presente em cena. Os movimentos são rápidos, radicais e nervosos. Por se tratar de um trabalho produzido a partir de um Centro Experimental do Movimento, não se segue a estética comum. Não temos, necessariamente, bailarinas jovens e esbeltas. Temos mulheres, de várias idades, da mais jovem à mais idosa, que descobriram seu corpo e suas potencialidades. A coreografia respeita a cada uma e trata de dar a cada uma delas a sua oportunidade, outro momento que evidencia a imensa sensibilidade do criador, porque faz isso sem perder uma perspectiva de conjunto, rigorosamente obedecida. O enredo avança, da infância da personagem à sua maturidade. A coreografia, por seu lado, desdobra-se em movimentos que vão do intimismo ao desbragado, desafiando o equilíbrio e a atração terrestre. Para isso, Paulo Guimarães contou com um conjunto certo de intérpretes. Cada bailarina recebeu um movimento condizente com sua capacidade. Isso não impede de se desenvolverem movimentos coletivos que são unissonamente realizados, mostrando sintonia e disciplina. Mas sem automatismo ou rotina. Isso encanta. O espetáculo possui sensibilidade. Do violão ao canto coral, do solo ao movimento coletivo, a plateia se identifica com a personagem - não só a figura individual daquela Teresinha original - mas com todas as Teresinhas do mundo, quer dizer, com todas as mulheres que, no universo, são capazes de enfrentar e vencer seus desafios, com coragem, mas também com sensibilidade. No final do espetáculo, é possível adquirir o vídeo deste trabalho. Eu tratei de comprá-lo. Quero passar por ele muitas vezes, não mais para escrever um comentário, mas para vivenciar esta sensibilidade do criador, que é capaz de descobrir e de revelar aos espectadores a essência feminina, a partir de sua mãe. A ambientação cênica de Rudinei Morales; os figurinos do grupo, sempre em tons entre beges e verdes claros; a iluminação cuidada de Fabrício Simões; a alternância entre prosa e poesia bailada, mais a precisa realização da coreografia, a cargo de Adriane Vieira, Ângela Coelho, Ariane Donato, Fernanda Stein, Marina Stumpf, Thais Freitas e Walkiria Araújo; e a música de Tiago Rinaldi, que é um excelente compositor e um intérprete de bela e voz e tonalidade muito sensível, fizeram deste um espetáculo verdadeiramente inesquecível. Pena que a temporada acabou. Este é um daqueles espetáculos raros que merecem uma nova temporada. Não por acaso, o público sabe e entende o que é bom e o que lhe toca, verdadeiramente, a alma.
A Funarte tem o prazer de convidá-los para participar do I Encontro da Rede Funarte de Dança, evento que reunirá gestores de todo o país nos dias2 e 3 de maio (sábado e domingo), no Palácio Gustavo Capanema, no Rio deJaneiro.O Encontro marcará a criação de uma rede de articulação nacional e internacional para proposição de parcerias e intercâmbio de ações voltadas para o desenvolvimento da dança brasileira, através de uma intensa programação de dois dias. Serão organizados grupos de trabalho reunindo gestores com interesses convergentes, como: editais conjuntos, apoios a circuitos de oficinas práticas e teóricas, oficinas técnicas, cadastramento nacional, ocupação dos espaços da Funarte, apoio à produção, manutenção e circulação de grupos e companhias, residências nacionais e internacionais de artistas e pesquisadores, entre outras ações. Os participantes do Encontro estão convidados a assistir o espetáculo Nordeste, do Balé Popular do Recife e o lançamento do livro Balé Populardo Recife – A escrita de uma dança, de Christiane Galdino. Essa temporada marca as comemorações da semana do Dia Internacional da Dança, que coincide com a reabertura do Teatro Cacilda Becker totalmente reformado e restaurado. Caso haja interesse de participar do encontro, pedimos que nos envie a sua confirmação o mais breve possível para danca@funarte.gov.br
Contamos com a sua participação!
Cordialmente,
Leonel Brum Coordenador de Dança da Funarte (21) 22798014 / (21) 22798097
TERESINHAS – GRUPO MEME Angélica Bersch Boff Porto Alegre, 06/03/2009 Vou começar pelo único problema, pois este foi o meu primeiro contato com o espetáculo. Trata-se do ponto inicial: o tema. E é um problema de percepção subjetiva – minha – e não do belo trabalho do Grupo Meme. Não gosto do tema “mulheres”. Além de super batido, me incomoda, me parece uma certa generalização muito rasa dividir o mundo em gêneros e, ainda, em dois gêneros. Por isto, e só por isto, o espetáculo já me incomoda. É preconceito meu, talvez... Iniciou o espetáculo, e eu ali, chateada, desgostosa, principalmente porque os trabalhos do MEME sempre me tocaram muito. E positivamente. E a cada novo trabalho deles sou invadida por uma expectativa prazerosa nos dias que o precedem... Com essa incomodação na minha casca – sem afetar o fruto – segui assistindo... sentindo... e pensando... e me vieram boas idéias sobre criações em cena... Talvez um dia falarei dessas idéias, talvez. De repente, me vi tocada e emocionada com as minhas questões pessoais... particularmente com minhas questões de mulher, de namorada, profissional, amiga, filha e irmã. E com minhas questões de identidade. Chorei. Fui tomada de um arrepio, de uma fragilidade sobre minha vida diante daquele espetáculo. Foi então que começaram a aflorar em minha mente as palavras para o Teresinhas. Parecido com a dança das bailarinas, minhas palavras podiam acompanhar seus movimentos, como se estivessem flutuando e dançando sobre o mover de seus braços. Aliás, descobri que as palavras dançam! – em minha mente. Elas dançam assim: delicadeza, mil vezes delicadeza. Sensibilidade... mas nada de emocionalismos e sensibilidades melosas. Trata-se de sentimentos e sensações verdadeiros e tocantes. Porque são apresentados com simplicidade e veracidade, assim como o são no dia-a-dia de todos nós. Uma sensibilidade profunda, mas simples. O espetáculo Teresinhas fala muito com sua dança, mas são falas sem palavras, e sem significados precisos. Cala fundo, e fala todas as línguas. É subjetivo e tem várias margens, como toda a arte. Não precisa falar, precisa dançar.
No último dia 05 de fevereiro, o CENTRO MEME abriu suas portas para receber artistas dos mais variados segmentos e professores de diferentes universidades para bater um papo informal sobre arte e sobre o fazer artístico em espaços alternativos.
Como convidado para abrir essa conversa, tivemos o Prof. Dr. Márcio Pizarro, da Universidade Federal de Goiás, que nos falou um pouco sobre algumas das suas atuais áreas de pesquisa e de trabalho, como por exemplo o grupo de estudos do CNPQ "Interartes" que trata de processos interartísticos e performance. Márcio lançou alguns assuntos para serem debatidos, apontando a necessidade de se pensar em programas curatoriais em eventos de artes cênicas que fujam dos moldes dos Festivais tradicionais e que dêem continuidade aos processos de pesquisa.
Outro conceito mencionado diz respeito à criação de programas de arquivos e bibliotecas num formato mais fluido e que sirvam como um espaço alternativo onde aconteça sistematicamente a recuperação da memória da dança e das outras artes. Esses arquivos poderiam ser também chamados de "Centros de Pesquisa" e estariam abertos à sociedade.
A conversa então se abriu ao grupo ali presente.
Paulo Guimarães perguntou como "efetivamente estabelecer diálogos reais entre áreas diferentes"?
Eny Schuch salientou a importância do cruzamento destas linguagens entre simpatizantes de um mesmo ponto de vista, de forma a se criar uma proposta de ação. Niúra Borges lembrou da experiencia do Grupo A-Paralelos, onde artes visuais e dança convivem em harmonia.
Diônio Kotz disse acreditar que falta desprendimento para o diálogo e que num primeiro momento seria fundamental que as pessoas se conhecessem melhor, só assim viabilizando um real intercâmbio com troca de informações e o surgimento de possíveis parcerias.
O encontro contou também com a presença de Lisete Vargas professora da UFRGS e coordenadora do primeiro curso de Licenciatura em Dança em Porto Alegre. A primeira turma começará as aulas em março e Lisete colocou à disposição o espaço da universidade para futuros encontros e também para uso da biblioteca. A aula inaugural será dada pela prof. Morgada Cunha.
A musicista Laura Leiner falou um pouco sobre a sua experiência no mercado de trabalho informal, pontuando que quanto mais organizados estivermos, mais trabalho haverá para todos, criando, assim, uma espécie de "informalidade organizada".
O bate-papo terminou com a vontade de que novos encontros aconteçam. Oxalá essas novas esferas se consolidem promovendo um espaço onde exista um franco diálogo entre artistas da cidade de Porto Alegre!
Participaram do bate-papo:
Márcio Pizarro (psicanalista, dr. em história e antropologia, UFG)
Paulo Guimarães (bailarino, coreógrafo e diretor do Centro Meme)
No último Espaço Improviso, promovido pelo Centro Meme, quem lá esteve assistiu às performances das meninas da Comunidade Rubem Berta, que fazem parte de um grupo de dança coordenado pela educadora física Vanice Loose. A seguir, uma breve e interessante entrevista onde ela nos conta como iniciou este trabalho, quais as suas metas e os seus desafios!
entrevista de Fernanda Stein
Vanice, fala um pouco de ti e do teu trabalho. Meu nome é Vanice Loose e sou professora de Educação Física (UNISINOS) com Pós-Graduação em Psicomotricidade(PUC). Desde 1990 trabalho com crianças e adolescentes na área de atividades físicas e desenvolvendo projetos na área cultural nas escolas. A busca constante por uma educação física diferenciada me acompanha desde o início do curso, a dança e o teatro são uma consequência destes trabalhos. O aluno sente necessidade de expressar suas emoções e uma das possibilidades é a dança e a outra é o teatro, além do jogo que os mesmos estão acostumados a realizar em aula. Criar um espaço para vivenciar a dança é a proposta inicial e a partir desta criar outros espaços como grupo construindo respeito, responsabilidade, sociabilidade, auto- estima e principalmente um cidadão atuante.
Como surgiu a idéia de formar um grupo? A idéia surgiu da necessidade das crianças em fazer algo diferente em conjunto com a minha de fazer algo por nós, enquanto comunidade escolar. Em 2006 as aulas iniciaram de forma tímida e em horários diversos de acordo com o meu tempo disponível na escola. Surgiram então as parcerias, com os pais mais atuantes e presentes no projeto e com o MEME. A relação do grupo com o MEME ocorreu através de oficinas mediadas por Paulo Guimarães, também em 2006, e muitos do grupo muitas vezes não podiam ir por falta de "grana" . Hoje em 2008, passados 3 anos estamos aqui, firmes e fortes com o que restou do grupo com uma aula semanal nas terças-feiras e já conquistamos muita coisa juntos, como: a camiseta do grupo através de uma rifa, sair do espaço só da escola Júlio Brunelli, participar do Sarau do MEME e de um Seminário na UFRGS. Como é a estrutura de vocês para trabalhar e quais algumas das dificuldades? Temos estrutura básica: uma sala ampla, um som e uma hora semanal para ensaiar. Mas nos falta orçamento para poder pagar um micro ou uma van pra sair da escola e participar de eventos (temos que ir de ônibus de linha), os horários de saída tem que ser adequados tanto pra mim quanto para elas, para a professora porque o horário escolar é de 40hs semanais e para as alunas a noite fica complicado pelo alto índice de periculosidade da comunidade. Tudo deve ser muito bem planejado e bem pensado por todos, professora, pais e alunos. Sabemos das nossas dificuldades e elas só nos mostram que temos que batalhar um pouco mais, mas que mais cedo ou mais tarde chegaremos lá.
Como tu poderias avaliar a mudança destas meninas desde que começou o grupo? Quanto a mim acredito que elas melhoraram muito em vários aspectos, mas achei interessante colocar a opinião delas mesmas já que fazemos tudo juntas. “Eu acho depois que eu entrei para o grupo de dança, eu me tornei uma pessoa mais desinibida, mais comunicativa, conheci pessoas novas e diferentes. Adoro dançar desde pequena, por isso resolvi entrar no grupo e estou nele até hoje, porque faço o que gosto.” Viviane (14 anos)
“Bom, pra mim tudo mudou, eu aprendi bastante e aprendi a confiar mais em mim. Em meu conceito, o grupo de dança ajudou todas nós. A gente tem mais atitude do que no começo. Eu tiro o chapéu pra “profe”, ela é 10.” Stephanie (14 anos) “Eu resolvi entrar na dança, porque minha saúde iria mudar e junto com isso meu corpo melhorou também. Eu gosto muito de dançar, tinha muita vergonha de todos e não gostava disso. Agora nas apresentações ou até mesmo na sala de aula não tenho mais vergonha, minha auto estima mudou e estou mais confiante. Tudo isso por causa da dança.” Alessandra (13anos)
“Eu acho que mudou muita coisa na minha vida, minha postura,minha força de vontade na escola, meus hábitos em casa, uma vontade de me arrumar mais e mostrar quem eu realmente sou. Gostar mais das pessoas e aceitá-las como elas são e estão.” Carolline Gularte da Silva (15 anos)
“Melhorou a minha vida que antes era sedentária. Me incentiva a fazer outras coisas. Me interessei mais por dança. Antes eu era mais fechada com as pessoas e agora já estou mais "sem vergonha". Jamile (13 anos)
“Quando eu entrei na Dança, mudou muita coisa, antes eu era envergonhada, errava os passos e tinha vergonha. Aprendi a olhar outras culturas.” Ariel Santos(13 anos) Todas estas impressões que ficaram e que ficam com estas meninas é a prova maior de que as mudanças são possíveis, lentas, quase imperceptíveis mas que no final do processo fazem a diferença.
Quais são os projetos do grupo para 2009? Quanto a 2009 pretendemos continuar os nossos encontros semanais, existe a proposta da aumentar estes encontros, possibilidade de ampliar o grupo e também de transformar estas meninas em multiplicadoras trabalhando com os "pequenos" do primeiro ano. Sem dúvida continuar nossas parcerias e quem sabe poder ampliá-las e muito mais que tudo isso que foi dito permanecer com o nosso lema, ser feliz fazendo o que gosta e ensinar isso aos outros. Como nosso nome fala por si só, PROJETO EDUCAR DANÇANDO. Desde já agradecemos a oportunidade e esperamos por outros momentos compartilhados Beijos Fani